domingo, 23 de novembro de 2008

O irmão

O titulo já diz tudo, né!? Irmão. Que palavrinha mais, mais... Como dizer?... Não sei bem como definir, pois, se é nosso irmão, é tudo o que há de melhor nesse mundo, apesar de todas as brigas, agora se for irmão de uma amiga, sai debaixo porque o caldo engrossa e a água ferve.

Sabe aquele cara que você sempre desejou? Cabeludo, mas arrumado, inteligente, cheiroso, amante do rock, protetor da família, trabalhador, estudioso, e o mais importante de tudo, carinhoso. E o melhor...É irmão da sua melhor amiga. Pronto o genro que mamãe pediu a Deus, ao alcance das minhas mãos. Pára, volta a fita. “Pronto, o genro que mamãe pediu a Deus, ao alcance dos meus olhos”. Vamos do inicio para você compreender.

Melhor amiga + irmão = a possível namoro.

Ele encantador, eu tímida. Ele tímido, eu muda. Um grupo de amigos, uma roda de cerveja, um roda de samba. Um beijo maravilhoso no final da noite. Algumas semanas juntos, e ele estirado no sofá de minha casa passando mal, quando resolve me pedir em namoro. Claroooo que a cena foi linda, afinal já estávamos namorando, ele só queria a autorização dos meus pais. Então volta as aulas, ao trabalho, acabaram-se as férias, ele estuda e trabalha em outra cidade, mais de 4 horas nos separando. Seria muito pouco tempo senão fosse essas 4 horas se transformarem em 4 dias, e de repente aquela pessoa tão próxima se tornar tão distante. O que era para ser um feriado maravilhoso com meu amor e meus amigos, se tornou em alguns momentos divertidos com amigos, apesar da presença dele. E quando voltamos a realidade, a verdade que eu não queria acreditar veio junto, o termino do quase namoro, que era na realidade uma pseudo-amizade colorida. Choro, lagrimas, mal-estar, o repertorio todo mundo conhece, e o mais incrível nisso tudo, é que a família dele ficou a meu favor. O que comprova que o problema não era eu e sim ele. Os dias se passaram e eu não queria vê-lo nem pintado a ouro, alias não queria nem ouvir falar o nome do cidadão... mas como nem tudo é como desejamos, acabamos nos encontrando e a minha reação foi a mais absurda possível, o “bonitão” vem todo meloso para o meu lado e eu simplesmente ignoro ao invés de me aproveitar da situação e mostrar o que ele perdeu, fico com mais raiva ainda...Resultado? Ele achou que ainda gosto muito dele, e sentiu o poderoso na situação, sendo que na realidade a poderosa sou eu!!!

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